domingo, 22 de maio de 2011

MEDO DE UM BRANCO ERUDITO

Fonte : Blog Dextra - leia com muita atenção

Jim Goad: Taki's Magazine, 10 de maio de 2011
Tradução: DEXTRA








Jared Taylor. White Identity: Racial Consciousness in the 21st Century [A identidade branca: Consciência racial no século 21]. New Century Books, 2011. 342 pp.

É difícil achar o que odiar em Jared Taylor e é isto o que seus inimigos parecem odiar mais nele.

Em uma cultura onde "o racista" -- que é sempre branco -- há uma geração é o mais cruelmente estereotipado dos vilões, Taylor insiste em quebrar os padrões. Dá pra ver que ele é uma criatura diferente pelo modo como ele pronuncia a palavra “white”— ao invés de dizer um "waht" arrastado, como um branco caipira, ele aspira indefectivelmente o "wh", de modo que ele soa, na verdade, como "hwite.” [N. do T: veja o artigo da Wikipédia sobre o assunto. De todo modo, soa mesmo exótico].

Ele é um branco erudito. E eles odeiam isto. As tropas de infantaria do controle do pensamento igualitário prefeririam que todos os "racistas" fossem de leve a severamente retardados. Mas para azar de sua narrativazinha preciosamente inviolável, Taylor é um ex-aluno trilíngue de Yale que já escreveu dois livros, editou várias antologias e publica há duas décadas a revista eletrônica mensal American Renaissance. O que deixa confusos, perplexos e furiosos os seus antagonistas é que ele obviamente não é estúpido, mas se recusa obstinadamente a ver o mundo como eles.

Desprovidos de argumentos sólidos contra ele, eles se apoiam nas muletas das falsas acusações. Ele foi invariavelmente rotulado de forma incorreta como um "supremacista branco", um apodo estranho para alguém que já disse: "Eu acho que os asiáticos são objetivamente superiores aos brancos por praticamente qualquer critério que se possa usar em termos de quais são os ingredientes de uma sociedade bem-sucedida.” [N. do T: O sr. Taylor é filho de missionários protestantes, viveu no Japão até os 16 anos e tem o japonês como segunda língua. Há um artigo brilhante dele sobre o recente tsunami no Japão e por que não houve qualquer convulsão social grave após o acontecido, no qual ele também fala sobre os descendentes dos japoneses hoje vivendo no Brasil.]

Ele é malhado por ser um "fascista", embora insista em que apóia a liberdade total de associação, a qual é um sistema menos coercitivo do que o que existe até na América moderna, para não falar da Alemanha nazista (embora, de todo modo, todo mundo sempre tenha que mencionar a Alemanha nazista neste tipo de discussão).

E embora ele seja sempre pintado como um "semeador de ódio", eu nunca o vi bufando com uma alegria genocida por alguma uma morte demográfica racial literal, como aquele pequeno hamster gordo do Tim Wise já fez. Na verdade, sempre só vi ódio sendo dirigido contra Jared Taylor. Em um debate programado em 2007, em Halifax, uma trupe de violentos agitadores usando máscaras — sabe como é: igualzinho à Klan! — expulsaram Taylor à força da sala antes de o debate começar. Anti-racistas intrometidos conseguiram cancelar as últimas duas conferências da American Renaissance simplesmente fazendo uso de táticas humanitárias piedosas, como fazer ameaças de morte por telefone aos hotéis onde elas deveriam ser realizadas. Eles até aparecem para tentar intimidá-lo quando ele realiza conferências de imprensa sobre as tentativas de intimidação que sofre.

Este não é o comportamento de intelectuais, mas de fanáticos religiosos. Suas ações de censura histérica não são de pessas que sentem que venceram o debate, mas que temem que se seu deus for examinado à luz crua do escrutínio lógico, ele pode ressecar e morrer.

White Identity é a primeira obra solo de longa extensão de Jared Taylor desde Paved With Good Intentions [Calçado de boas intenções], de 1992, e vem escrito no mesmo estilo enxuto, tijolo-a-tijolo no Muro dos Fatos. Ele expõe seu caso como um promotor público, mas sem a pompa moralista e os apelos baratos à emoção.

Taylor observa que pela definição de hoje do que sempre se supôs ser um americano, todos os presidentes americanos até JFK seriam considerados virulentos supremacistas brancos odiosos por simplesmente expressarem o tipo de instintos de grupo que permanecem incontestes -- e até estridentemente encorajados -- entre os não-brancos até hoje. Ele diz que a espiral descendente da sociedade americana foi grandemente ajudada pela publicação, em 1944, do histórico volume sociológico de Gunnar Myrdal’s An American Dilemma, que afirmava que o racismo branco era a causa primária (senão a única) da pobreza dos negros. Quase dez anos depois veio The Nature of Prejudice [A natureza do preconceito], de Gordon Allport, que propôs a idéia da "teoria do contato" -- de que as tensões étnica e racial eram causadas por uma falta de contato entre grupos raciais divergentes, e não de, digamos, contatos indesejados, forçados e presistentes em bairros lotados, enquanto se competia por recursos minguados. Armados com estas hipóteses não-testadas e não-provadas de que só o racismo branco era culpado pelos fracassos dos negros e de que a falta de contato, e não o contato direto, levavam à tensão racial, os teóricos sociais e seus companheiros de cama políticos decidiram transformar radicalmente a demografia americana.

Em uma passagem, Taylor passa em revista uma corriola orweliana de políticos americanos papagaiando variações banais da platitude de que "A diversidade é nossa maior força", embora seu desafio aberto para que alguém explique que benefícios a diversidade nos trouxe, além de uma maior variedade de restaurantes, continue sem ser resposta. Ele apresenta uma argumentação devastadora sobre a integração forçada ter sido um fracasso titânico, bem como uma causa direta da balcanização cultural e do declínio do país. Nos bairros, igrejas, prisões e lanchonetes de escolas -- em toda parte onde não sejam forçados por lei a se misturarem -- a tendência natural aparentemente intratável é a dos grupos étnicos se auto-segregarem.

Taylor cita a obra do pesquisador finlandês Tatu Vanhanen, que sustenta que sociedades etnicamente homogêneas são mutíssimo menos inclinadas a conflitos do que as "diversas", bem como o cientista político de Harvard Robert Putnam, que, contra seus melhores desejos, concluiu, após uma imensa pesquisa, que os indivíduos em sociedades "diversas" tendem a ser menos felizes, a sentir menos confiança e serem muito mais alieanados do que em sociedades fundadas em parentescos étnicos.

Taylor passa várias páginas documentando uma crescente e quase que completamente ignorada guerra racial violenta entre negros e mexicanos na Califórnia, principalmente porque ela subverte estrondosamente a ficção de que a tensão étnica cessaria de existir se o racismo branco -- ou mesmo os brancos -- fossem removidos da equação.

Taylor sustenta que a obstinada persistência do etnocentrismo e a tendência a favorecermos os que se parecem conosco são o resultado de instintos tribais naturais profundamente enraizados e não de uma doutrinação racista artificial. Ele cita estudos em que crianças novas dão preferência a fotos de pessoas que mais se parecem com elas e em que adultos, apesar de décadas de exposição à propaganda anti-racista e de suas próprias crenças igualitárias queridas, tendem a fazer o mesmo. O sangue aparentemente não é só mais grosso do que a água; é mais grosso do que tudo.

Como se o experimento social sem paralelos de despejar várias espécies diferentes de peixes no mesmo aquário e pretender que eles não lutarão por comida e território não fosse temerário o suficiente, Taylor vê um perigo especial na aplicação severamente desigual de tabus culturais em relação à igualdade racial. No Jogo das Cadeiras Étnicas, os brancos são o único grupo que acaba caindo no chão sem um assento:

Normalmente se alega que o racismo branco é o grande obstáculo para as relações raciais harmoniosas nos Estados Unidos, mas os brancos são o único grupo que realmente subscrevem o objetivo de eliminar a conciência racial e que policiam ativamente seus membros em busca de sinais de tal consciência.... A única ocasição na qual é aceitável que os brancos falem coletivamente como brancos é para pedirem desculpas.... Alguns brancos foram muito além da indiferença à cor e vêem sua raça como tendo uma culpa única e não possuindo qualquer estatura moral... A partir de que ponto seria legítimo para os brancos agirem em seus próprios interesses de grupo? Quando se tornarem uma minoria? Quando não forem mais de 30% da população? Dez por cento? ... Os brancos terminarão por compreender que desmantelar e até demonizar a consciência racial branca enquanto outras raças cultivam a consciência racial é uma forma fatal de desarmamento unilateral. [N. do T: No Brasil existe um infame "Dia da Consciência Negra". Que "consciência" é esta? Consciência culinária negra? Consciência religiosa negra? Ou consciência racial negra? E como seria recebida a proposta de criação de um Dia Nacional da Consciência Racial Branca?].

Como fez em sua obra anterior, Paved With Good Intentions, Taylor documenta incansavelmente pilhas nauseantes de retórica anti-branca genocida e odiosa que em muitos casos não só fica impune mas, pelo contrário, é premiada pelos políticos. Depois de encorajar abertamente o estupro de mulheres brancas e que se corte em massa a garganta dos brancos, Amiri Bakara foi intitulado poeta laureado de Nova Jérsei. No mesmo ano em que o ativista chicano Mario Obledo se vangloriou de que a Calfórnia estava se tornando um estado hispânico e disse que "qualquer um que não gostar disso... deveria ir-se embora para a Europa," o presidente Bill Clinton o premiou com a Medalha da Liberdade.

A grande imprensa tem, igualmente, uma cumplicidade criminosa com esta hipocrisia perigosamente insustentável, e talvez ainda mais profundamente quando o assunto é a violência interracial. Se a juventude branca americana estivesse fazendo qualquer coisa na linha da "caça ao urso polar,” [N. do T: expedições de gangues de marginais negros para surrarem brancos por motivos raciais], você nunca mais deixaria de ouvir falar disto. Mas sendo o que é, você provavelmente nunca ouviu falar da caça ao urso polar.

Uma hipocrisia tão gritante se propaga como germes quando se trata de engenheiros sociais com motivações ideológicas que por alguma razão não vêem nenhum erro lógico em afirmar que "raça" não existe mas que o "racismo" existe onde quer que os brancos não estejam constantemente pedindo desculpas.

Por hora, a maioria dos brancos americanos foi silenciada por meio do terror através de uma única palavra, que é usada como uma pistola de choque elétrico contra qualquer americano caucasiano que se recuse a se submeter ao programa. A palavra "racista" é usada exclusivamente contra brancos para imobilizar qualquer impulso de consciência de grupo. Ela é arremessada como um martelo contra o crânio que qualquer branco que ainda tenha a cara-de-pau de dizer que não se envergonha profundamente de sua própria pele.

Mas se as atuais tendências continuarem e os brancos resvalarem para o status de uma minoria desprezada, como muito provavelmente acontecerá, o jogo vai mudar. Quando as próprias escolhas de vida se estreitarem para entre ser assassinado por uma multidão escura e raivosa e ser chamado de racista, a palavra "racista" não vai mais parecer, de modo algum, tão ruim. Haverá um ponto de inflexão, no qual a consciência de grupo parecerá muito menos destestável do que a extinção do grupo.

O recente surto de reações "anti-fascistas" histéricas contra Jared Taylor são antes emocionais do que lógicas. Assim, ao invés de se debater com ele -- ainda estou para ver alguém entrar num debate racional com ele e não terminar sendo pulverizado -- a ordem do dia é xingá-lo de "racista", silenciá-lo e declarar vitória.

Boa sorte para todos enquanto isto tudo continuar. Ironicamente, estas táticas retóricas e esta intimidação étnica triunfalista covardes despertarão um gigante adormecido. Mais cedo ou mais tarde, os valentões impenitentes da esquerda igualitária serão forçados a se haver com o grande monstro branco que eles ajudaram a criar [N. do T: Deus o ouça].

2 comentários:

  1. O CASEIRO

    De como todos os poderes da República - Executivo, Legislativo, Judiciário, polícia, imprensa, governo, oposição - moeram Francenildo dos Santos Costa

    por João Moreira Salles


    http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-25/anais-de-brasilia/o-caseiro

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  2. OUSAR LUTAR VENCER
    E sejamos ousados pois que nos sera condedida a honra da vitoria

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